26 abril 2018

SAÍRAM AS PROPOSTAS EXPOSITIVAS DOS ARTISTAS-CURADORES DA 33ª BIENAL DE SP

O curador geral da 33ª Bienal de São Paulo, Gabriel Pérez-Barreiro, descentralizou a função de curador e convidou sete artistas para dividi-la com ele, algo (por enquanto) próximo a o que fez na 6ª Bienal do Mercosul, em 2007.

A Fundação Bienal de São Paulo publicou ontem as propostas de cada um dos artistas-curadores por ele convidados.

Conheça-as aqui.

24 abril 2018

BOLETIM DA FAEB | ABRIL DE 2018

Saiu a primeira edição do boletim da Federação de Arte-educadores do Brasil (Faeb). Confira a versão digital no link abaixo:

Boletim da Faeb | Ano 1 | Número 1 | Abril de 2018

10 abril 2018

CURSO MEDIAÇÃO EM ARTE/EDUCAÇÃO | CPF SESC/SP


PROGRAMA

O AEP - Arteducação Produções é um coletivo de artistas, professores e pesquisadores que vêm realizando desde 2001 propostas de mediação em arte/educação, e formando educadores que atuam em escolas, museus e instituições culturais junto a estudantes e visitantes de exposições de arte, patrimônio, memória e história.

Dentre as experiências acumuladas pelo AEP no decorrer dos anos, há diálogos e reflexões, experiências complexas em potenciais processos de educação.

No desejo de ampliar provocações e reflexões, pesquisas e questões sobre a mediação, a intenção neste curso é explorar aspectos sobre mediação em arte e educação, propondo diálogos com os participantes a partir dos temas como as experiências em mediação com crianças e adolescentes com paralisia cerebral, da acessibilidade e inclusão no espectro da arte e da cultura, entre outros.

Os encontros desse curso convergem para questões contemporâneas sobre arte e educação como potenciais caminhos para o desenvolvimento de novas percepções e pesquisas para a mediação em arte/educação.

Programação

26/05. Formação de arte/educadores mediadores
Os contextos culturais como foco, problematizando questões contemporâneas.
Com Rejane Coutinho.

02/06. Mediação: Diversidade e Adversidade
Conversa a respeito de adversidades e diversidades na educação.  Com a participação da primeira mulher transexual a dirigir uma escola estadual em São Paulo. 
Com José Minerini e Paula Beatriz de Souza.

09/06. Mediação e processos criativos de arte/educadores
Abordagem sobre processos criativos vivenciados e protagonizados por arte-educadores e a sua repercussão nas propostas educativas desenvolvidas para o público.
Com Camila Lia.

16/06. Mediação e inclusão
Apresentação de experiências em mediação com crianças e adolescentes com paralisia cerebral, convidando os participantes para conversar aspectos desta prática, a respeito de acessibilidade e inclusão no espectro da arte e da cultura.
Com Ana Amália e Moa Simplício.

As inscrições pela internet podem ser realizadas até um dia antes do início da atividade. Após esse período, caso ainda haja vagas, é possível se inscrever pessoalmente em todas as unidades. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição.

Condições especiais de atendimento, como tradução em libras, devem ser informadas por email ou telefone, com até 48 horas de antecedência do início da atividade.
centrodepesquisaeformacao@sescsp.org.br / 11 3254-5600

(Foto: AEP)

DATA
26/05/2018 a 16/06/2018

DIAS E HORÁRIOS
Sábados, 10h às 13h.
As inscrições podem ser feitas a partir de 24 de abril às 14h, aqui no site do Centro de Pesquisa e Formação ou nas Unidades do Sesc em São Paulo.

LOCAL
Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar
Bela Vista - São Paulo.

VALOR
R$ 18,00 - credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes
R$ 30,00 - pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante
R$ 60,00 - inteira



21 março 2018

ROCK SPOTS: O TERÇO


É, caros amigos, nem só de Europa e de Tio Sam vive o Rock Progressivo.
Yes, nós temos Prog!
Para representar essa vertente verde e amarela do nosso Rock and Roll, escolhi uma banda que me conquistou desde a primeira audição, com uma pegada forte e marcas bem nacionais: O Terço!


A formação clássica de “O Terço” em 1974: 
Flavio Venturini, Luiz Moreno, Sergio Hinds e Sergio Magrão.
Foto: murodoclassicrock4.blogspot.com.br


O início

O Terço teve início em 1968, no Rio de Janeiro com Jorge Amiden na guitarra, Sergio Hinds no baixo e Vinícius Cantuária, na bateria. Nessa fase embrionária, influências do Rock da década de 1950, Folk Rock, música erudita e hard rock inglês já eram notadas em seus primeiros discos e até chegaram a defender algumas canções em edições do FIC (Festival Internacional da Canção), com a música “Tributo ao Sorriso”, por exemplo.




Em 1972, Jorge Amiden sai da banda e a nova formação passa a contar com Sergio Hinds nas guitarras, Cezar de Mercês no baixo e Vinícius Cantuária na bateria. Nessa época, gravam o disco “O Terço”, se aproximando bastante do Rock Progressivo que se fazia na Inglaterra (ouça abaixo “Amanhecer Total”). Após esse álbum, Vinícius Cantuária e Cezar de Mercês deixariam a banda e uma nova fase estava por começar.




Discoteca básica do Rock Brazuca

Em 1975, o Terço era: Sergio Hinds (guitarras), Sergio Magrão (baixo), Luiz Moreno (bateria) e ninguém menos que Flavio Venturini (teclados), inaugurando aquela que seria a melhor fase da banda.
O terceiro disco do Terço, “Criaturas da Noite”, foi lançado em 1975, com capa de Antonio e André Peticov e canções com arranjos orquestrais de Rogerio Duprat (considerado por eles, o “George Martin” da banda), Rock Progressivo e principalmente Rock Rural, com uma temática voltada para o campo, ora psicodélica, ora mais pé no chão. Faixas instrumentais também completam o disco, como a suíte “1974” e “Ponto Final”. 


Capa do disco “Criaturas da Noite” / Foto: osomdovinil.org




No ano de 1976, chegava às lojas o disco “Casa Encantada”, seguindo o estilo do anterior, porém mais folk, mais rural e progressivo. Faixas lindíssimas, como “Sentinela do Abismo”, “Pássaro” e “Casa Encantada” dão vontade de entrar no carro e pegar a primeira estrada para qualquer lugar fora da cidade. Isso sem falar nas faixas “Solaris” e “Guitarras”, com um selo de alta qualidade sem dever nada para as grandes bandas de Prog inglesas. Nesse álbum, O Terço teve contribuições de Rogerio Duprat nos arranjos de cordas e Sá e Guarabyra, Marcio Borges, Cezar de Mercês nas composições. Esses dois álbuns, Criaturas da Noite e Casa Encantada, são considerados discoteca básica para qualquer um que aprecie MPB e Rock and Roll, verdadeiras obras-primas da nossa música brasileira.


Capa do disco “Casa Encantada” / Foto: progbrasil.com.br




O Terço continuou seguindo sua estrada, e em 1978 lançaram “Mudança de Tempo”, um disco mais voltado para a MPB (ouça “Gente do Interior”) e ao mesmo tempo, mais diversificado, ainda com influências de Prog Rock e Blues.
Esse foi o quinto disco da banda, já sem o tecladista Flavio Venturini que posteriormente iria formar junto com Sergio Magrão, o maravilhoso 14 BIS... Mas esse papo fica para um outro café!


A viagem continua

O Terço viria a lançar outros discos, com novos músicos, outras formações, e está vivo até hoje em sua formação original, exceto pelo baterista Luiz Moreno que nos deixou em 2002. 
Em 2005, a banda decide retornar e grava um disco e um DVD ao vivo no Canecão - RJ, pela Som Livre, com o grande baterista Sergio Mello e participações de Irinéa Ribeiro, esposa de Luiz Moreno e Marcus Vianna, no violino.
O trabalho mais recente da banda se chama “O Terço 3D”, um revival de seus clássicos, lançado em 2015, com o baterista Fred Barley, também em DVD com tecnologia 3D. 


O Terço hoje: Sergio Hinds, Fred Barley, Cezar de Mercês, 
Sergio Magrão e Flavio Venturini / Foto: jornalcasadagente.blogspot.com


A banda é referência nesse estilo de Rock tanto aqui, como lá fora e segue com shows esporádicos em algumas casas de show e SESCs pelo Brasil. 
Quando souber de um show desses, não perca!


Curiosidades:

O disco “Casa Encantada”, leva esse nome por ter em sua maioria, composições criadas em uma fazenda de São Paulo, onde o grupo morou por um tempo.
O Terço foi a banda que tocou em várias faixas do excelente disco “Vento Sul” de Marcos Valle (1972), e no disco “Nunca” de Sá e Guarabyra (1974).
Em 1971, Jorge Amiden idealiza uma guitarra de três braços (tritarra), a qual lhe possibilitaria extrair novos timbres sem a necessidade de se trocar de instrumento durante as apresentações. 
Em 1977, O Terço e Os Mutantes realizam um tributo aos Beatles, com shows em conjunto no Rio de Janeiro e São Paulo.

Carlos Bermudes, especial para o AEOL

20 março 2018

SAIU O CARTAZ DA 33ª BIENAL DE SP

Já viu?

Reproduzido de http://bienal.org.br/post.php?i=4963

Foi concebido por Raul Loureiro a partir da obra "Formas expressivas", feita por Hans Arp em 1932 e pertencente ao Museu de Arte Contemporânea da USP.

02 março 2018

EXPOSIÇÃO DE JOSELY CARVALHO NO MAC/USP

"Diário de cheiros - Teto de vidro" é o título da nova exposição de Josely Carvalho em SP.

Abertura amanhã. Vamos? A administradora e produtora do AEP Edna Onodera colaborou com a montagem, que conta com instalações olfativas.


Vemo-nos lá!

26 fevereiro 2018

BULAT NURIMOV, O VIRAL QUE VEIO DO QUIRGUISTÃO

Sequer sei se o nome do músico é mesmo Bulat Nurimov (ou Bula) porque não leio nada em alfabeto sirílico, muito menos adaptado, caso do quirguiz cantado pelo artista.

Como sei disso? Traudutor Google.

Além de uma batida eletrônica marcante com trecho incidental à la Miami Bass (o mesmo que está na base do funk carioca)  só sei que encontrei muitos vídeos no youtube com gente das mais diversas faixas etárias dançando "Zin, zin, zin", ou "Mexe, mexe, mexe" em tradução irresponsável minha.

Interessou? Tomara que não tenha ofensa a nada e nem a ninguém:


Divertido, né!

José Minerini